Vídeo namoro extrema

Uma adolescente, 16, entrou em luta corporal com uma onça, após ser atacada pelo felino. O vídeo, divulgado pelo The Sun, foi gravado no quintal de um milionário do Reino Unido, onde o animal é mantido em cativeiro.A jovem, que não tem treinamento para lidar com grandes felinos, foi ajudá-lo no cuidado com a onça quando o ataque ocorreu. Converse com Marcelo Augusto, 25 hoje. De Extrema, Brasil. Converse com ele grátis Badoo Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o carro da vítima deixa a rodoviária (veja vídeo acima). Segundo a família, Larissa e namorado Lucas se davam bem. Os dois se conheciam há quatro anos e haviam sido vizinhos antes de começarem o namoro em 2014. Circula nas redes sociais uma imagem que mostra milhares de pessoas entre a Coluna da Vitória e a praça Erns-Reuter-Platz, em Berlim. Legenda afirma que a foto é dos manifestantes que protestaram em 1º de agosto contra as medidas de isolamento impostas para conter a Covid-19. Namorada de Ludmilla, Brunna Gonçalves, foi atacada por internautas que a criticaram por mostrar magreza extrema. Brunna Gonçalves, namorada da cantora Ludmilla, surgiu dançando em vídeo para divulgar o trabalho da amada e acabou sendo criticada por conta da magreza extrema. Quem acompanha a cantora, deve saber que ela lançou uma música ... O amor está no ar! Romulo Arantes Neto compartilhou com seus seguidores um momento de celebração com a namorada, Sonia Vasena. O ator e a ruiva de olhos verdes estão juntos há um ano e meio e ...

Destruindo relacionamento de terceiros

2020.08.18 03:04 gatasou Destruindo relacionamento de terceiros

Oi, pra você que está lendo esta história. Tudo bem? Espero que sim. No ano de 2018, ocorreu um reajuste em uma das escolas do meu município, essa escola agora teria o período integral, assim fazendo com que alguns adolescentes se mudassem para a escola onde estudo. Eu estudava no período da tarde na classe do 8 ano. Bom na escola que tinha o período integral quantia apenas alunos do ensino médio, dai mais ou menos um grupo de 5 pessoas se mudaram para o 1 ano do ensino médio a tarde. Nesse grupo havia dois meninos que eram bem amigos, vou chamá-los de Rayano e Tatiano, eu achei o Rayano bem bonitinho, mas não tinha coragem de conversar com ele, porque eu tinha uns sérios problemas de baixa autoestima , era sério de verdade desde coisas simples até coisas mais extremas, exemplos: eu me comparava toda hora com a minha amiga porque na minha cabeça ela era simplesmente boa em tudo e também tinha todas as características físicas que um menino gosta, vou chamá-la de Cléo, porque ela meio que faz parte da história. O Tatiano mandou mensagem para mim ou foi eu que mandei mensagem para ele, não lembro direito, conversávamos muito éramos bem amigos e ele já sabia que eu gostava do Rayano. eu ficava o dia inteiro observando o Rayano na escola, para você ter uma noção eu não lembro de nada que estudei naquele ano só lembro que tinha um professor de história surper bom. Continuando o Tatiano contou para o Rayano que eu gostava dele isso foi no meio do ano, dai o Tatino deu uma ajuda para eu conseguir ficar com ele. A gente ficou no mês de outubro, eu e o Rayno era tão burros que ficamos dentro de uma sala na hora no recreio e basicamente todo mundo viu, deu quase um B.O, mas o Tatiano conversou com o espetor e ele deixou passar. No dia seguinte não fui a aula pois não estava muito bem, estava com um nó na garganta (vontade de chorar, não sei porque) um pouco de enjoo e com dor de cabeça, bom era minha ansiedade. O resultado foi, perdi o aniversário do meu amigo e ainda durante o dia que estava em casa recebi uma mensagem desse meu amigo que fazia aniversário dizendo “como você pode fazer isso??” eu sem entender nada perguntei do que ele estava falando ele disse “Esse seu fogo na bunda desmanchou o relacionamento do fulano” e eu perguntei o que aconteceu e ele me contou, resumindo, o Tatiano teria gravado um vídeo quando eu tava ficando com o menino lá e esse vídeo teria chegado, não sei como, na mãe de um amigo meu que achou que era a namorada do filho dela, porque eu sou bem parecida com a menina, bom a mãe do meu amigo fez com que ele meio que terminasse com a garota lá porque ela tinha certeza que era ela no vídeo, eles terminaram. E depois de tudo isso acabei descobrindo que o Rayano gostava da Cléo na verdade. E eu fiz coisas muito vergonhosas só para chamar atenção dele, uma vez inventei que tinha mandado uma carta para ele, era mentira mas realmente eu tinha escrito uma carta para ele, eu lembro que na carta tava escrito várias coisas nada a ver que não fazia sentido nenhum kkkkkkkk. E uma vez eu perguntei para a Cléo se eu podia ver um negócio no celular dela e ela disse que sim, dai eu fui no WhatsApp dela e procurei pelo nome do Rayano e fui até o começo da conversa para ver quem tinha mandado mensagem primeiro, e tinha sido ele, nesse dia eu fiquei muito triste, em casa eu chorei muito. Bom e foi assim que destrui um relacionamento, espero que tenham gostado e vocês não fazem ideia de quanto chorei quando basicamente colocaram a culpa em mim no término do namoro e ainda fico com essa paranoia de que o Rayano ficou comigo por pena. Bom é isso ;)
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2020.07.22 20:01 UzumakiGabs Sobre autoestima e [email protected]ção

Eu namoro um cara há uns 3anos. Ele sempre alegou ser praticamente assexual, quase sem nenhuma libido e que realmente não gostava de sexo. Eu sou, talvez, uma pessoa com depressão crônica, que se arrasta por vários anos, e com histórico de abuso sexual e exposição de videos/fotos íntimas. No começo, não me importava com essa falta de libido dele. Porém, o tempo passou, comecei a me exercitar e a me sentir mais bonita, e, depois de muita terapia, me sentir mais a vontade para praticar saliências rs. Ok, meu namorado estava de acordo. Porém, ele praticamente não me procura, e sempre me deixa sem graça pra fazer investidas. Houve uma vez em que eu fiquei dois dias andando nua pela casa e fazendo várias insinuações explícitas de que queria transar com ele. Bem, ele me ignorava, ia pro banheiro e se masturbava assistindo a algum vídeo sobre gostosas peladas lésbicas em público. Me frustra o fato de que ele prefere se masturbar à transar comigo, e que, nas poucas vezes em que fazemos sexo, ele goza e me deixa "na mão". São os cinco piores minutos do meu dia. Já briguei com ele por isso, principalmente porque as vezes ele deixa o banheiro todo espirrando, e não se dá ao trabalho nem de apagar o histórico do celular. Sou uma pessoa com recorrentes tentativas de suicídio e uma extrema baixa autoestima, me machuca o fato de ele preferir ver mulheres no celular do que a mim, que estive do lado dele nas piores situações possíveis. Eu gostaria de saber o que eu faço. Sei que as pessoas se masturbam por diversos motivos, porém, tive uma criação bem rígida e tenho diversos traumas em relação a isso. Só queria saber algum modo de não ficar tão triste com essa escolha dele, de preferir assistir pornô do que responder às minhas investidas.
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2020.07.21 00:13 anon7584 Nao sei como proceder e o sentimento de culpa volta todos os dias

Desde guri consumo pornografia e a partir dos 14 ~ 15 (hoje estou maior de idade) comecei a consumir “encoxadas” (eu sei eh errado mais pra frente falarei sobre isso). Não sei se pornografia molda nosso tipo de comportamento, como olhamos para as mulheres ou se eu tenho algum problema na minha cabeça mas passei a imitar coisas q via em vídeo, passei a pensar q a partir do momento q chegava perto as mulheres sentiam de alguma forma tesao ou algo do genero. O fato eh, no final do ano passado parei para refletir sobre isso e vi o quão nojento e hipocrita eu sou, contei para minha namorada tudo e quase terminamos (pelo q eu me lembro dps da gnt oficializar o namoro n fiz mais isso). Disse que ia procurar ajuda profissional (psicóloga) e comecei a ir mas em todas as sessões (4x) eu nao me senti a vontade de falar sobre isso por sentir uma extrema vergonha de quem eu sou e do que eu fiz. Não continuei indo por causa da pandemia. O problema eh q sinto q trm algo errado cmg e n sei oq fazer. Não consumo mais esse tipo de pornografia e estou tentando parar com o vício de pornografia como um todo. Queria uma opinião sincera de vocês para saber se tem alguma coisa errada comigo.
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2019.03.14 19:50 Multi-Skin Me ajudem, eu só quero que alguém leia sobre minha vida, eu to cansado de não ter voz. (Eu digito toda semana aqui, mas sempre apago antes de postar)

Eu (22~33 M) sempre fui uma criança quieta, as outras debochavam de mim por eu ser alto demais e desengonçado (puberdade precoce). Por não ter dinheiro as outras crianças não queriam brincar com o garoto sem brinquedos legais.
Me apelidavam de bunda-mole por conta do meu corpo, foram centenas de dias que as crianças da vizinhança passavam na frente de casa e gritavam isso.
Meu pai nunca ligou, pra ele era tudo besteira, principalmente os jogos, quadrinhos e desenhos que eu via enquanto passei minha infância e adolescência sendo um pai pra minha irmã. Ela cresceu pra ser bem problemática, mas sei que fiz meu melhor como uma criança cuidando de uma criança. Cozinhei, penteei o cabelo dela, ajudei com os deveres, brinquei, limpei a casa, dei minha infância pra ela poder ter uma .
Eu acabei introvertido não por opção, isso me afeta até hoje, eu quero atenção, mas não quero atrapalhar ou sentir que alguém está incomodado.

-----Primeiro trauma-------
Aos 8 anos de idade meu pai me obrigou a fazer parte dos escoteiros, queria que eu fosse como as outras crianças, que brincasse mais com os outros, ele me olhava e falava de um jeito que me dava certeza que ele iria me bater se eu não fosse pra lá.
Foi lá, em um acampamento que acontecia longe da cidade uma vez por ano, que um rapaz mais velho (acho que 11 anos) ficou rindo e apontando pra mim enquanto eu tomava banho no final da tarde(o chefe dos escoteiros me obrigou assim como outros garotos).Eu demorei pra sair pois não queria que ninguém me visse, quando eu achei que estava sozinho ele jogou minhas roupas no lixo de fora e me trancou nesse banheiro. Ninguém veio me procurar até a hora da madrugada, foi quando um velho abriu a porta e abusou de mim. Quando amanheceu eu peguei minhas roupas do lixo e fui pra onde o grupo estava, ninguém sentiu minha falta.
Eu demorei quase 20 anos pra contar isso pra alguém, pois eu achava que meu pai ia me bater.
Meu pai ficou muito bravo e debochava de mim toda vez que me via vendo desenho, jogando games ou fazendo algo que não envolvia outras crianças, ele mesmo me chamava de bunda mole.
-----Meu pai sendo babaca pra variar----Uns meses depois eu estava com 9 anos e ele me colocou em aulas de natação, eu amava demais, meus antepassados todos tinham algum histórico com natação, eram medalhas de campeonatos ou eram marinheiros e isso me dava muito orgulho. Semanas depois eu estava a sair da piscina quando o mesmo rapaz dos escoteiros chegou até a beirada e ficou rindo de mim. Eu nunca mais voltei lá e nunca expliquei o por que. Meu pai teve um ataque cardíaco de tanto me xingar gritando.
Desse ponto em diante ele acostumou a me chamar de cavalo e chamar de merda tudo que eu fazia e ele não gostava.
Quando tinha 10 anos por problemas respiratórios (já fiz 3 cirurgias e meu sistema respiratório ainda consegue puxar apenas metade do ar que uma pessoa puxaria na respiração) e o doutor perguntou se eu praticava esportes, eu falei que gostava muito de andar de bicicleta, meu pai me cortou e debochando falou "esse daí? só se for pra exercitar os dedos no 'joguinho'". Essa fala dele tinha sido a mais carinhosa em meses, isso soou ainda mais doloroso pra mim.Anos se passaram e ele sempre falava isso pra todo mundo. Perguntavam como eu estava e ele respondia "só nos joguinhos", ignorando se a pessoa tinha perguntado das minhas notas, da saúde, da felicidade. Eu joguei ainda mais, não queria ficar nem perto da sala onde ele ficava vendo TV depois do trabalho.
-----Pai babaca, a saga continua---------
Passei um ano internado em um hospital que ficava em outra cidade pra tentarem identificar a razão e perigos do meu crescimento, eu tinha 11 anos, mas com corpo de adulto. Me lembro de chorar muito quando não recebi visitas no dia das crianças e vi apenas minha mãe no meu aniversário. Meus pais trabalhavam demais pra nos sustentar, eu sempre apreciei isso.

Com 11~13 anos comecei a me soltar de novo, minha irmã me convidou num dia qualquer pra sair um pouco da frente do PC pra andarmos de bicicleta. Eu deixei um jogo baixando, era Pokemon Sapphire pra gameboy advanced, e fomos pedalar.Foi bem divertido, mas depois de algumas voltas a chave de casa estava caindo do meu bolso, no que eu fui segurar a minha bermuda engatou na bicicleta e eu rolei morro abaixo, batendo com a nuca no meio fio. Minha irmã foi chamar meus pais, eu estava sentado, sem falar nada, com uma camisa totalmente vermelha, já que o sangue tinha coberto cada pedaço da camisa branca que eu usava.
Até hoje eu não tenho memória disso, mas me falaram que eu entrei no carro do meu pai e fomos até o hospital, falei normalmente e tudo mais.Minha memória tinha ficado muito bagunçada por conta do corte e da pancada que por poucos centímetros não tinha pego o cerebelo.Felizmente não sentia dor, mas não me lembrava dos rostos de ninguém, era algo que demorou um mês pra normalizar, fiquei internado por uma semana, meu pai não acreditava nisso e só falou"Se você tá com problema de memória, qual o jogo que você deixou baixando?"Eu respondi corretamente e ele assinou os papéis pra sairmos de lá.

-----Minha liberdade e minha mãe---------

Eu me fechei ainda mais e passei o tempo estudando e jogando, recebi vários prêmios de aluno exemplar durante todo o período escolar.
Em paralelo minha mãe que era meu exemplo de vida, uma pessoa certa, calma, gentil, um ser humano divino.
Com 16 anos saí de casa pra estudar em uma federal, eu sentia nojo de receber ajuda dele, mas pelo menos tinha minha liberdade. Minha mãe era muito preocupada e me ajudou muito a encontrar um lugar perfeito, um lugar meu.Eu senti o gosto da vida pela primeira vez, consegui uma namorada e perdi o foco na faculdade, minhas notas foram péssimas.
Meu pai me ligava frequentemente pra cobrar o acesso ao sistema de notas, me xingava pelas notas baixas.Ela percebeu e começou a falar que eu precisava estudar pra ir junto com ela fazer intercâmbio. Eu me esforcei ao máximo, estava melhorando aos poucos.
-------Segundo trauma e depressão--------
Resolvi trazer ela pra conhecer meus pais. Meu pai a odiou por ela ser um pouco acima do peso. Grampeou todo o computador dela e pegou fotos de outro cara que ela me traia quando ia visitar a família dela, nada NSFW, só ele sem camisa. Ele não a afrontou, mas me mostrou tudo. Eu não acreditei, falava que era só amigo. Ele chegou ao ponto de mostrar a gravação de áudio que tinha feito escondido com um gravador de nós dois transando, falando que ela só falava que me amava mais que tudo quando estávamos transando.
Essa coisa toda me deixou enojado e voltei imediatamente pra faculdade. Lá contei tudo pra ela, que ameaçou processar meu pai por invasão de privacidade. Depois de muita conversa continuamos juntos.
Eu peguei um voo que custava o valor que eu tinha pra comida do mês, só pra poder fazer uma surpresa de aniversário pra ela. Fui bem recebido, passei uns dias na casa do irmão dela.
Depois de um tempo ela se abriu pra mim e falou que não só me traiu, mas como também desde pequena transava com o próprio irmão e o cachorro dele. Eu duvidei, mas ela me mostrou mensagens e fotos, vomitei na hora, sujei todo o chão, só me lembro dela atravessando a rua uns minutos depois e falando que estava com medo, eu estava em fúria não só por ela, mas por tudo que já passei.
Eu não sei o que deu em mim, algo quebrou dentro da minha cabeça, sentia vontade de me lavar, me sentia sujo, não aguentava mais se fuder a esse nível, ao mesmo tempo não sentia nada.
Desenvolvi depressão profunda, a linhagem da minha mãe tem tendências a depressão extrema, mas era tão profunda que passou do ponto de querer se matar, eu só vivia, não sentia mais nada. Pra piorar comecei a ter ataques de pânico constantes.

---------------Felicidade a caminho---------

Anos passaram, e através de um post sobre coisas geek no facebook encontrei a garota perfeita, ela morava na cidade vizinha, ficamos noivos mesmo depois que eu me mudei de volta pra minha cidade natal pra tentar fazer outro curso. Ela não veio junto e não me traía, era pura demais, acredito até que tinha síndrome de Peter pan, o mundo era muito fantasioso pra ela. Ela vivia como uma adolescente na casa dos pais, nunca saía de noite, não gostava de festa ou bebida. Eu chegava a incentivar ela a tentar sair com outra pessoa, pois não achava justo que ela ficasse ligada a mim com toda essa distância. Ela sempre disse não a isso, sempre falávamos por video depois do trabalho e antes de dormir (ela trabalhava até tarde em um shopping longe da cidade).
--------Terceiro trauma---------
Ela me deu muito apoio mesmo quando minha mãe me contou o motivo de estar cada dia mais estranha, ela se dopava de remédios por ter depressão e ter traído meu pai com um cara que passou aids.Meu chão caiu, a única pessoa que eu ainda confiava cegamente não só como amiga, mas como exemplo a seguir, traiu a confiança do meu pai. Ele que era um animal deu todo apoio e sempre se manteve no lado dela. A situação de virtudes, valores e ações tinha se invertido, meu pai era quem tinha feito o certo. Isso nunca me desceu a garganta, mas foi a última gota pra eu entender que todo mundo é humano, comete erros, sem exceção.Foi nessa época que eu tive que aprender que não podia deixar minha mãe sozinha, foram várias tentativas de suicídio.

-----------Ato final, nada muda---------
Eu mesmo cometi um erro e me envolvi com outra pessoa sem contar pra minha noiva, ela sabia que eu precisava de muita atenção e ela propôs um relacionamento a três, deu muito certo e durou uns 2 anos.
Nos separamos no aniversário de namoro apesar de ter certeza que ela era a pessoa da minha vida, eu cometi o erro de cobrar demais dela, exigir visitas mais e mais constantes, estava me tornando chato e forçando ela a se mudar, abandonar a família que vivia em outro estado.

Não senti que era certo continuar com a terceira pessoa, pois as coisas só lembrariam de como era antes, eu me enterrei no trabalho e quando chegava em casa me dopava pra dormir.
Como minha irmã era grossa e não tinha muito papo comigo, minha mãe estava sempre dopada de remédios, cheguei pro meu pai e desabafei
"Pai, já vi minha mãe tentar se matar 5 vezes, na última eu ainda estava com a minha ex, mas estava depressivo, eu não sentia nada, eu vi minha mãe sangrando pelos pulsos, chamei uma ambulância e fui comer um sanduíche.Agora não estou com a pessoa que mais me apoiou na vida eu não consigo nem mesmo passar um segundo fazendo o que eu gosto.
Não consigo ler, não consigo ver filmes, não consigo nem jogar. Eu adoro meus jogos.
Eu só estou muito cansado da vida, não tenho propósito, eu só queria ter paz e ser amado por quem eu sou. Eu sei que tem coisas que são reflexo do que eu faço, mas tem coisas horríveis que acontecem comigo desde pequeno e eu não posso fazer nada pra evitar isso."A resposta dele foi "que bom, te falei que essa coisa de joguinho era só passageira".
Liguei o carro e saí.

...
Agora estou namorando alguém que a carreira gira em torno do social, odeia qualquer coisa geek.
Pra ela tudo que eu falo é drama, tudo que eu sinto é bobeira, tudo que eu preciso é fútil.É tóxico, mas eu preciso disso pra ficar com o pé no chão e não me deixar ser arrastado pela depressão, eu prefiro fazer de conta que tudo isso não é nada do que ficar me remoendo todo dia.
Ainda sim eu fico muito triste de perder o sabor das coisas que me faziam feliz.

Só minha mãe, em um momento de lucidez, ficou sabendo dessa história, toda semana eu digito de novo aqui e sempre apago tudo antes de postar.
EDIT:Obrigado pelos comentários dando forças, eu realmente precisava disso.Atualmente estou com a depressão bem controlada, mas precisava demais matar esse silêncio.Outro dado é que meu pai tem idade pra ser meu avô, por isso não sinto raiva, só fico indignado com pensamentos tão brutais.
Minha família é minúscula, não tenho tios ou avós vivos, isso gera mais ansiedade e stress quanto ao futuro, pois não tenho como dar suporte financeiro ou presencial suficiente pra minha mãe, pai, ou irmã caso aconteça algo com eles.
Eu ainda tenho dificuldade em ver que todos são humanos e que não posso ficar com medo das coisas ruins acontecerem.O pensamento de fracasso ou vergonha me aterroriza por conta de ter sido moldado na base de confiar em algo, acabar sofrendo e ainda por cima ser humilhado por estar sofrendo.
Por anos eu me cortava na parte interna das coxas pra ninguém ver, eu não queria chamar atenção, eu não queria morrer, eu queria me punir por não conseguir fazer as coisas melhorarem.
Até pouco tempo eu me socava e batia até quase desmaiar, não pelo mesmo motivo, mas por não conseguir ter voz e permitir que os outros fizessem o que quiserem comigo.
Atualmente ainda jogo alguns jogos, músicas, leio livros , mas aquele pensamento de "você tá jogando essa merda, seu cavalo" fica sempre preso.
Também estou sofrendo pra terminar a faculdade, mas aos poucos vou melhorando esse aspecto da vida também.
Infelizmente não tenho como pagar por tantas consultas de um/uma psicó[email protected] quanto eu preciso, ano passado uma profissional me ajudou muito a lidar com tudo isso, não dói tanto quanto antes, mas é difícil deixar tudo no passado.


EDIT2:Vi que alguns estavam achando falso demais a parte do irmão e tal, vou colar a minha resposta aqui
Eu queria que fosse, isso estragou minha libido por um ano inteiro.
Eu demorei pra ligar os pontos, mas pelo que deu pra sacar a mãe dela era prostituta e ela teve influências fortes.
A sexualidade aflorou de forma errada.Ela contou que o lance do cachorro não era constante, mas o irmão era desde quando eles tinham 10 anos, coisa doentia de cidade de interior. O pai expulsou ela de casa por um tempo quando ela era adolescente depois de flagrar os dois.
EDIT: Agora lembrei que tenho certeza que foi o fato dela falar um pouco da mãe dela pro meu pai que desencadeou o pensamento de "essa deve ter puxado a mãe" no meu pai e causado toda essa investigação dele.
Meu pai trabalhava na área de informática assim como eu trabalho hoje em dia (eu fui fazer federal pra tentar fugir desse ramo só pra não ter nada a ver com meu pai, mas dá pra ver que não deu certo), ele manjava bastante de computador.
Quando eu tinha uns 14 anos, moleque, pesquisei uns vídeos de BDSM no xvideos, no dia seguinte ele me puxou pra conversar sobre as mulheres não serem objetos e muitas vezes não concordarem com os desejos sexuais.

Eu deixei de boa, deu uma semana e eu vi outro vídeo desse, ele de novo me chamou pra ter uma conversa desse tipo.Não cometi o erro de novo, virei o PC até achar o keylog que ele tinha colocado, criei outro usuário (eu não ia ser burro de tirar o keylog pra depois ter que me explicar pra ele).

E não é que o cara tinha aqueles bypass de senha que você dá boot...

Não é a toa que eu aprendi pra caramba com ele, nessa parte de computador meu velho era fera e eu devo muito a ele.
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